
Mitologia do Amor
Data 23/08/2009 10:10:50 | Tópico: Poemas -> Amor
| Mitología do amor
Nas historias glorias e inglorias que vos conto... eu vou escrevendo todos os meus pensares e amares, mais do que é politicamente correcto, mais do que falar de mim e de ti... falo do que se explora em cada meu respirar.
Conto-vos histórias de presidentes e meretrizes, de pontos de vista que vos levarão até vós... os filhos dos meus pensamento. E em cada poema maior do que eu mesmo eu escrever, não pensem que estou a terminar ou a começar, mais um capitulo do meu recordar, mas sim levo perfumes de onde passei, vos levo nas minhas viagens, e vos peço... dêem-me a mão... agarrem-se bem nas minhas asas... Por altos voos vos vou levar, em breves linhas vos farei chorar, rir, sonhar... sentir meus beijos em vossos lábios, sentir o meu corpo a enlouquecer o vosso, e em cada beijo no vosso seio depositado, ele será recordado... por vós ao entardecer, porque apesar de ser um sonho... vos fez sentir o estonteante brivar... de todo um amar... que pernoitará além mar... como Deus grego a aclamar o vosso olhar... e esperando que num mágico dislumbre... o meu olhar se deposite em vós, não o real mas o irreal... não o carne mas o coração... e que no encanto de todo o meu desencantar. Em que nada já faz sentido, e as tuas ideologias viram os meus dogmas, e o teu mundo é encarnecer das minhas quimeras, viras e reviras no teu leito... com os olhos no tecto... sentes-te observada... afinal... bem ao teu lado... nesse perfume que sentes vindo do nada... nesse nada se encontra tudo... nesse tudo estou eu... vindo do além... a olhar sem desdém... para o teu corpo que se contorce... pensando nos beijos que fazem enlouquecer o teu corpo... quando lês e relês... estas linhas cruas... de odor a pecado, de perfume celestial. Não é politicamente correcto, mas não é uma ofensa das ideologias, é só tu e eu... A dançarmos sózinhos... Na ala principal do pálacio, onde eu te faço minha raínha, minha Deusa, E tu sentes que não queres acordar nunca mais... Mas eis que os sonhos também se acabam.... e é hora do despertar, desta mitología, que escreví de mim para ti, e de ti para mim... mas eu te prometo rainha deste poema... que mais virão, que como sempre este não é o inicio nem o fim, nem sequer o meio dos enlouquentes tremores que te fazem apaixonar... Cruz dos teus olhares este poema se tornou... E anseia... pela minha voz ao teu ouvido... a dizer de maneira não ofensiva... ... Tens mais um.... E lá virás tu a correr... escadas a baixo, rua acima... Em busca de mais um escrito... Que não é escrito para ti nem para mim, mas é de ti que ele fala...
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