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Maria é o meu nome E sou o fruto prometido Que brotou da imaginação De um poeta e prosador Que habita Ali para os lados de um site Onde estende com orgulho Toda a sua escrita Urdida E muito bem ugada A preceito
Um dia Levado que foi Pela aventura De outras coisas Que tais Que não fossem as demais As banais... Deu-me vida e corpo
E que corpo!
Que outros logo desejaram E alguns até salivaram Com os olhos gulosos E esbugalhados Que lhes adivinhei Sem demora
Daquilo que lhes contava Nas páginas abertas Do meu diário Numa espécie de confessionário Sem preconceitos Nem padre
Sei que já me espreitaram Pelos buracos da rede Onde só me viram as meias...
Maria é o meu nome Sou jovem e enfermeira Especializei-me na cura De toda e qualquer maleita...
Procuraram-me nas letras Acariciaram-me em segredo No calor e no aconchego Do seu devaneio...
Inventaram-me até um rosto Um rosto que nunca antes viram Mas que pode muito bem ser ... este!

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