
AO POR DO SOL
Data 18/05/2009 17:47:57 | Tópico: Poemas
| AO POR DO SOL
Ao por do sol me invade uma tristeza Que com sua meia-luz crepuscular Vejo nisso tamanha e doce beleza Que até me dá vontade de sonhar.
Descendo pelo morro e monte Estas sombras que vagam em derivas Vejo bem distante lá no horizonte Luzes que piscam como almas vivas.
Estando tudo pronto para adormecer As arvores nas matas sente a serenidade Meus pensamentos voam de encontro a você Querendo que venhas matar esta saudade.
Domada então como se fera vencida Tolamente se abranda e se conforma Tal qual fera que se sente adormecida Descansa nos braços da noite e se transforma.
Numa bela adormecida sem encantos A saudade que tem uma figura feia Transformada em suaves cantos Embala levando a noite para a sua teia
Ao por do sol me invade uma tristeza Que com sua meia-luz crepuscular Vejo nisso tamanha e doce beleza Que até me dá vontade de sonhar.
Descendo pelo morro e monte Estas sombras que vagam em derivas Vejo bem distante lá no horizonte Luzes que piscam como almas vivas.
Estando tudo pronto para adormecer As arvores nas matas sente a serenidade Meus pensamentos voam de encontro a você Querendo que venhas matar esta saudade.
Domada então como se fera vencida Tolamente se abranda e se conforma Tal qual fera que se sente adormecida Descansa nos braços da noite e se transforma.
Numa bela adormecida sem encantos A saudade que tem uma figura feia Transformada em suaves cantos Embala levando a noite para a sua teia.
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