
...jogando com a vida...
Data 05/05/2009 11:38:18 | Tópico: Poemas -> Introspecção
| <div><object width="420" height="339"><param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x7o8uu" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x7o8uu" type="application/x-shockwave-flash" width="420" height="339" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always"></embed></object><br /><b><a href="http://www.dailymotion.com/swf/x7o8uu">Moments of peace by FJ2008</a></b><br /><i>by <a href="http://www.dailymotion.com/FER_FJ&quo ... gt;</i></div>
<a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_vitOQ5DfqUU ... chen.jpg"><img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_vitOQ5DfqUU ... me_by_erstochen.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323064093087322978" /></a>
A Lua, a Deusa amanhece nesse Sol eterno Percorrendo as arestas dos raios que implodem ...na rasura dos frios celestes... …circunscrevendo parábolas intemporais! Dos tempos alados dos amantes...que eclodem!
Faz-se luz nos tempos passados
O sonho parte, partindo as vozes, os sopros de vida Divindade que não descansa, não dorme… velha idade! Que sangra os sangues do testemunho final …e balança as cordas umbelíferas da eternidade
(<span style="font-style:italic;">que apertam as partes vazias do nada imposto</span>)
Lá dentro as urtigas seminais, <span style="font-style:italic;">Omne ignotum pro terribili </span> Desconheço as afazias dos medos errantes Aquelas que me redobram as realidades…despovoadas Embrutecidas… Enegrecidas pelos incautos desejos de viagens das maresias Das viagens além Eu!
Incompleto nas partituras da ópera da vida <span style="font-style:italic;">(desta música sem senão</span>) Derramando as estrelas…acolhidas pelo vento Estatelando no chão a misericórdia andante Tropeço, caio, solfejo o doce ar do canto
Toco no corpo, ausente, escondido, só Cruzando os dedos em concubinas áreas inertes Tantas são as paredes brancas que esmagam a luz Desprezando os queres mais profundos dos encantos E tu que pela mão a morte vertes!
Completa-se a alternância do jogo Mais um passo, mais um investir na luta Dás o mate, tomba-se o rei…mata-se a amada Chora-se o tempo… …e sem alento! Parte-se o tabuleiro da vida desamparada.
<span style="font-weight:bold;">Omne malum, etiam mediocre, magnum est</span> "Voltaire disse que o céu nos tinha dado duas coisas para equilibrar as numerosas desgraças da vida: a esperança e o sonho. Podia ter acrescentado o Riso. " (Immanuel Kant)
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