
CONTRA O AÇAIME DA PALAVRA
Data 17/04/2009 17:19:23 | Tópico: Poemas -> Reflexão
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Todo o ser humano, que se tem por ser humano, tem comportamentos e valores, aos quais não pode fugir nem fingir, que não os tem, pois que cresceram com a criança, até ao mais alto do Homem, que, hoje, tem por obrigação, cumprir o que aprendeu, com solidariedade e responsabilidade.
A liberdade de um Homem, acaba onde começa a liberdade do outro.
Porém nunca se atingirá tal regra, se soubermos ser pacientes, escutando os outros e ouvindo-lhes, quer ideias quer ideais, com a mesma fome, que, ante as nossas coisas, valor lhes prestamos, não deixando nunca, de ser críticos positivos, fomentando a criação de uma justiça, muitas das vezes escondida, por um vago silêncio, sumamente cobarde e sem respeito.
Só o interesse, que não esconde, o prazer, de estar com outras pessoas, apesar das diferenças, de cada um, fomentará novos e ideológicos caminhos, e, assim, manter a esperança, num mundo melhor, na sua luta, dia-a-dia, para dar voz e nome às coisas, que andam arredias do povo, por medo de represálias, desta nova Inquisição, que se instalou, até nas nossas próprias casas.
Alto o pendão, ergueremos e reivindicaremos, nossos direitos, contra aqueles, que se foram acomodando, a seus pequenos luxos supérfluos, na inveja se deitando, entre a cobiça levantando-se.
E a paz reinará. E exigiremos, que, aqueles que agora sofrem, por falta de comida e de medicina, como é de bom exemplo a África, sejam dignificados e cuidados, para que venham a crescer, homens e mulheres saudáveis, porque tudo está, na mortandade inadmissível, de crianças na flor da idade.
Sejamos pois, merecedores, de nossa condição!
Jorge Humberto 16/04/09
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