
Sem Legendas
Data 17/05/2007 12:41:33 | Tópico: Poemas -> Desilusão
| Pouco ou nada resta deste quarto de hotel do calor da lareira da neve colada à vidraça de mim, de ti Dos gestos de amor acabado de fazer da sombra do teu corpo na cama
Sem de mim nada saberes nem sequer que te escrevo sentada na minha razão de rosto meticulosamente erguido repito, recito, rasgo a poesia que fizemos (por ti) Sei que me esperas enquanto inventas elegantes mentiras Sem saberes, entregaste-me a liga d´ouro falso a mentira na tua obscura verdade Que não se define
Obrigada! Muito obrigada! Ergo este último copo com a voz rouca de tanta gargalhada ao ver teu rosto pleno de magia, paixão e farsa que me ajuda neste absurdo destino neste estranho esconjuro que se afirma ainda vivo.
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