
Monstro
Data 24/03/2009 13:39:06 | Tópico: Poemas -> Sombrios
| Do celibato extraio um ardor Púdico e perverso no circunspecto início, Tão verdadeiro quanto qualquer asco Debate-se na costa,enche a maré.
Uma criança sem olhos observa Mergulha e viscosa lasctescencia, No sonho plana deruba o gemido, Devorado e regurgitado na sombra de senda infeliz Inebria-me.
Rompe-se na pele um diuturno rompante de vício e vítima, Disforme acalenta outro contorno espasmódico, Confortávelmente ferido espalho-me inconsciente, Dentro pertuba um monstro latejando,sua cabeça feroz cospe A covardia exaltada,mentira que assumo.
Nenhum passeio no lado selvagem, Ou longos passos,crimes em templos esquecidos Sozinho extraio um tormento prazeroso, Língua com língua,saliva e dismorfia púbere violada Deformada e grotesca feminilidade.
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