
Amor,amor
Data 15/03/2009 00:40:28 | Tópico: Poemas -> Sombrios
| Ocasional idealismo romantico Comove o não vivo que ainda sonha, O fremente silêncio evoca o mesmo orgulho Irrompe da frustração lacrimoso anelo.
Amor em ocaso na senda obscura Errante ronda o túmulo da memória, Promessa e falha marcam na face O áureo tormento e tristeza incandescente.
Sob o silêncio pura imagem, Seu perdão apenas alimenta o despudorado ápodo Corroendo a esperança amarga que cospe o ébrio No jardim insólito que vibra a pálpebra morta.
Dissoluto amei e erro infinitamente, No entanto qual a sua culpa não assumida ? O fardo em inexaurível súplica Inebria a decisão de afastamento em rompante sidéreo, Contraditório e tão necessário romance.
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