
Inscrito
Data 03/03/2009 05:35:07 | Tópico: Duetos
| Assim quando me vês e me desnudas Devasso o teu olhar e à mercê fico Num corpo de febris formas miúdas Às Letras - Flor-de-lis - me revisito.
Assim quando te vejo e me enfeitiço Com a beleza fulgurante que irradias Me perco deslumbrado em teu sorriso Inspirando-me a compor belas poesias.
Tu pousas teu desejo... o Sonho enfim! À tímida e esquiva eflorescência Em coros nossos corpos dizem: sim! E o beijo desfalece à consciência.
Te envolvo em meus sonhos proibidos Esperançoso que um dia digas...sim! Fazendo os meus dias mais floridos Em beijos que desejo só para mim.
Mistérios... são pomares cobiçados Palácios d'um céu marmorizado Elegem... Oh! Senhor do meu Altar!
Mantra que repriso em eterna agonia No silencio da madrugada tão vazia Longas noites sem estrelas e luar.
Meu corpo... terra úmida e profunda Irrigas de pecado e a seiva inunda Os versos desse Amor que vens banhar.
Carente desse olhar verde esmeralda Caminho só pela estrada abandonada Buscando tão somente te encontrar.
Eliane Couto Triska-Canoas-RS Falcão S.R - Rio de Janeiro-RJ
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