
ENIGMA
Data 16/02/2009 14:34:29 | Tópico: Acrósticos
| G uerreiros quando lutam, sentem-se O primidos pelas armaduras. S eus oponentes mais potentes T rituram os ossos dos quem pisam Os poucos miseráveis sobreviventes.
D esta guerra maluca E spera-se pela piedade, jura-se
F idelidade, para um rei que nem é seu A maldade mesmo assim, é tanta... Z dvir caído ainda, fica E sperando uma solução R ecebeu uma flechada, morreu em minhas mãos!
A cabou a guerra, deixam-se os mortos e os feridos S e, uns aos abutres, outros aos seus destinos. S em água, sem alimentos, ficam I mpacientes, perguntam(?) Olham aos céus M uitas vezes, encontram ninguém na escuta.
C oelho que passa, por um ainda vivo O s dentes e boca mexe M orde a presa com toda vontade,
E bebe o sangue da vida! N ão se sabe ao certo, como os I rmãos da família G omes, escaparam desta vivos M uitos diziam ser feitiço A lguns disseram... Muita sorte!
T rouxeram médicos, fizeram prece E speraram a morte... N este momento, luz T rovão e chuva, mostra E sperança na claridade e,
A bre a porta da vida! C om pequenos gestos, os H omens(irmãos), ainda meninos A briram os olhos, puseram-se a chorar R eza forte, fez milagre!
|
|