
pAIXÃO DE ADOLESCENTE
Data 24/12/2008 17:10:34 | Tópico: Prosas Poéticas
| Tentei rever a luz Difusa Tateei as tuas coxas Mesmo de longe Não sabia se era virgem. Apenas te queria. Por que também não sabia. Era só excitação, sem sentido, sem razão. E um jovem não poder ser privado de nada. Nem do coito, nem de ser masturbado. Meu quarto se tornou teu. Estendida na cama aguardava para ser deflorada. Não sou eu. Que nada. Arrepiei. Enrolei-me em teus pêlos pubianos. Ah, se eu tivesse mais alguns anos. Mas sou adolescente. E o adolescente tudo sente e ninguém se ressente De seus desejos, de suas angústias. Dos seus sofrimentos Tua pele felpuda Teu perfume Tuas coxas me engolem. Me levam tão fundo! Uma calcinha branca sobre o aparador Ela é tão linda que me causa dor Eu ainda nem senti o seu sabor e ela já me joga fora da alcova. Ela quer mesmo que eu morra de excitação ... E no meu despertar vejo apenas a calcinha branca Molhada como um bilhete de despedida Ela é leviana! Joel de Sá 24/12/2008.
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