
Sonhos acorrentados
Data 28/11/2008 23:37:30 | Tópico: Poemas -> Introspecção
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Cadeias entrançadas nestas vidas esquecidas onde os seres perdidos e achados flutuam na bruma da solidão. Histórias das memórias vividas, estéreis, sentidas onde os acreditares e os quereres são os pilares do universo. Oh! paixão crescente deste crepitar ilusório deste teu imundo e impávido ser... ...da minha alma... ...do meu silêncio. O Sol adormece com os cânticos das sombras com os olhares mudos da noite ...e, assim... ...nesta intrépida noite dos tempos viajo nos sonhos... sigo os caminhos as cartas ...onde os poetas perdem as palavras perdem o dom de aconchegar as escritas perdem o poder de personificar seus lamentos. Oh! noite do Sol do fim dos dias tu que escondes o raiar, tu que me amavas, escondes-te nas névoas dos gritos inacabados... ....na pena das penas da alma... ...nos devires e sentires de um crepúsculo divino. Lágrima de um anjo que escorre, que cai que se perde neste turbilhão dos medos... ...dos sonhos petrificados... dos desejos perdidos, gélidos aquecidos pelas fogueiras da ira pelas músicas, pelos meus fados... ...por minha única e simples tristeza.
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