
ENCRUZINHADA
Data 05/10/2008 13:40:52 | Tópico: Textos -> Políticos
| ENCRUZINHADA
Encruzilhada sem norte. Patíbulo de abrilesca perversidade E de lusa morte. Em toda a universalidade. Meu Portugal adormecido. Outrora, longe Portugalizas-te E o mar deste por vencido Nos oceanos que navegas-te. Na aventura da universal continuação O nome de Cristo evangelizas-te Em divina oração No novo mundo em que aproas-te. Lusa caravela Na Mão de Cristo velejas-te. Caravela Portuguesa de alva vela. Tão longe chegas-te! Portugal, hoje, não mais és merecido. Nesta politicagem abrilesca que nos legas-te. Gentalha de mando enraivecido E de lusa maldição e prevaricação. Comando embrutecido Sem nacional coração. O qual, transformou Portugal em país súbdito Na força do abrilesco parricídio. Abrilesco maldito. Espada mortal de internacional subsidio. Do mal e da traição aliada. Força de nacional suicídio. Aonde, todo o mundo, quer comer do mana Lusíada. Minar feitos de antanho. Ver a Lusa gente sitiada. Usurpar a Lusa glória e conhecimento ganho De quem o mar deu por navegado Para além do horizonte brumoso. E na Fé de Cristo se viu chegado Após feito tão famoso. Tantos feitos, glórias e alcançados. Sempre ao mundo motivou traiçoeiras emulações. Mas só os Portugueses! Foram por Deus Abençoados. A abraçar a glória das oceânicas navegações. Abril, corda e patíbulo do Luso enforcamento. Negação de heróicas gerações. Por Deus! Não tendes salvamento. Sois o espúrio das Lusas universais convicções A tenaz de quem não cria próprio sustento. Abril sem calendário. Sem pai! Sem mãe! Sem Pátria! Sem Criador! Concretizaste o sonho do salafrário. Serás aos olhos do mundo e de Deus, sempre um pecador. A capa de negro fadário. Mas um dia! Vira o Abril verdadeiro! Para servir a Pátria e a população. A honrar o passado de heroísmo! E a viver na Lusa convicção dos heróis desta Nação. Que, a construíram e preservaram com fé e estoicismo. Da internacional cobiça e satânica danação. Tu, abrilesco, não passas-te de um lacaio cobiçeiro. Agitador da Lusa desolação. Serviçal obsequioso de estado traiçoeiro. Abril, de longe, já vêem as maléficas interferências. Desde o mapa cor de rosa. A internacional ambição, tenta forçar nacionais ingerências Com diplomática prosa. Até Napoleão, enviou os seus exércitos. E os bretões, os seus militares. Em autentico rega bofe de roubos e ilícitos. Todos querem construir os seus satânicos altares. Para melhor roubarem e matarem. Politicas de satânicos avatares. Sem universais asas para no mundo vingarem. Muitas foram as traições encobertas em diplomacias. Mas Portugal, sem o caseiro Abril, sempre se defendeu. Na constância das Lusas instâncias. E no respeito de antanho, sempre resistiu, nunca se rendeu! Goa, Damão e Diu foram perdidos. Na força de cobardes interesses internacionais. Mas na história não restam esquecidos. Depois de tantos laços emocionais. No correr à tresloucada e traiçoeira ambição. Começam as forças satânicas a minar o proletariado. Mas cedo, aprendem a lição. Pois no trabalhador, não encontram forte aliado. Assim, viram-se para a classe estudantil. Força académica a todas as ideias sempre febril. Mas, de responsabilidade infantil. Sem força para fazer vingar o internacionalista Abril. Nesta confusão. Só à que, minar as tropas então descontentes. Para continuarem com a falaciosa e traiçoeira ilusão. Assim, as tropas que, em Africa não querem ser combatentes. Ou se sentem malquistas. Devido às novas directrizes de carreira e compatibilidade. Imediatamente alinham nas abrilescas lista. Não mais à militar nacional fidelidade. Avassalam pelo país, vergonhosos espectáculos. Armas da criminalidade e nacional infelicidade. Na força e ignominia de falsos oráculos. Que, logo se armam em libertadores. E para Lisboa, vêem de investida Com canhões e tambores. Para as satânicas nocivas arremetidas. Depois de os soldados insurreccionarem À vontade das suas indisciplinadas desditas. Os generais, ficam em casa, a ver as tropas a passarem. O pré, sempre vira, de qualquer bandeira. Basta o vencedor aclamarem. Para continuarem na senhorial militar cadeira. Com esta derrocada militaresca. Vão-se as ultramarinas províncias. Lauta e à muito desejada pesca. De traiçoeiras conveniências . Nestas andanças. Instituí-se no país novas ideias politicas. À que, abastar a outras panças. São outras as nacionais éticas. Nestas novas forças politicas de irresponsáveis. De ultrajantes administrativas praticas. Em conteúdos inestrincáveis E fantasmagóricas populacionais abluções De ideias abomináveis. Sem humanas nem nacionais soluções. As novas panças mandantes. No exercício a internacionais mereceres. Nada deixam como dantes. E na força dos traiçoeiros deveres Para as províncias ultramarinas Logo escolhem novos proprietários. Enquanto se enrola a bandeira das cinco quinas. Traiçoeiros mandatários. Só pensais na pessoal mordomia. Da Nação não tendes a mínima concepção. Viveis em obnóxia e aleivosa bonomia. Sois do mal a criadora opção. Hidra pestífera e mercenária. Trazes ao bem fraudulenta interrupção De forma sanguinária. Estes abrilescos políticos. Mal sobem à mandatária cadeira. Em berros coléricos. Retiram a pestilenta pólvora das cartucheiras E, em mafiosas exortações Estiolam as populações até então ordeiras. Com falsas acusações. Originando o nacional separatismo. Motivador de abomináveis admoestações. É o principio do nacional abismo. É a luta das barricadas Sem o conhecer das ideologias. É o politicar das burricadas Em alienadas orgias. De políticos interesseiros saneamentos. Com fins calculistas A ambiciosos emolumentos. Não há na praça políticos estadistas. É um ignominioso correr ao privilégio Dos políticos da inverdade. Nação, vives desventurado sacrilégio. Nesta politica de criminalidade. Aonde os políticos, vociferam de ontem mal dizeres. E entre eles, digladiam-se com acusações criminosas. Sem à Pátria, darem melhores afazeres. Não passam de políticos aviltantes, em mentes invejosas. Que a tudo cedem, só para serem governo. Sem verem que, delapidam o de outros trabalhar. É o nacional inferno. São as fogueiras de Satanás a brilhar. São os políticos a parabenisar-se. A esbanjar ordenados e reformas. No legado de outros a endeusar-se. Cedo cairá esta falaciosa abundância. Pois, ninguém gera nacional riqueza Neste viver de ignorância E nacional fraqueza. A caminhar para o horizonte de lamentos. Da negação dos anteriores auferidos. Que trará o dia dos fraccionamentos. E os bens conseguidos serão perdidos. Só os políticos e seus cúmplices. Terão fartos emolumentos. Com a coadjuvação de infindas pulhices. Expressas em interesseiros políticos comportamentos. Perdeu-se o cavalgar em alados cavalos. Para passarmos a carregar os burros. Assim, caiem os falos. Entre coices e urros. Até os militares são detidos E pelas chefias abandonados. Quando defendem comuns bens adquiridos. País de enganados. Abrilada dos biltres da injúria. Sois das caravelas à negação. A animalesca fúria. À Lusa condenação. Mesquinho comando. Que se insurrecciona contra artigo militar. De novas oportunidades e mando. Criando ambiente de indignação Na caserna da oficialidade. A qual, não vê a condição da Nação. Nem se lembra do juramento de fidelidade. Insurreição a pessoais galões. Não há companheirismo nem solidariedade. Só se corre a pessoais galardões. Negando o que oficializa a oficial equiparação. Esquecendo o brioso militar nobilitar. Do servir a Pátria com abnegação. É dificultar o possibilitar. Do continuar da Nação em aclamação. Traiçoeiro estrelado de engalanados. Tropas do debilitar. Academia de malvados. Sem brio militar. Sois a nacional desonra. Não mereceis o universalista império. Criado com abnegação heroísmo e honra. Sois os galões do vitupério. Desta Nação universalizada. Na vontade da Santíssima divindade E na constância à longínqua cruzada. Dos heróicos homens da verdadeira nacionalidade. Que nos deu ao longínquo chegados No divino crescimento da humanidade. Depois de tantos mares navegados No terreno patamar planetário. O qual, na divina graça o cosmos atravessa Em sulcar temerário. De Deus! Criativa promessa. Na humana busca de promissora inteligência. Que, dará à humanidade a libertadora igualdade E a total abrangência. Ao abarcar da verdadeira liberdade. De fazer parte da planetária abundância E universal prosperidade
Eduardo Dinis Henriques
A um Portugal melhor o meu humilde e despretencioso contributo. A um Portugal Luso. Mais escritos podem ser lidos em: http://muitopioresqueosfilipes.blogspot.com Os meus melhores cumprimentos Eduardo Henriques
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