
Ciúme
Data 02/09/2008 01:36:14 | Tópico: Poemas -> Amor
| Ocaso em sombras espessas,noite serena Jardim de rosas declamadas,onde estás ? Sussurando com voz grave e sarcástica destilando fina ironia, Ciúmes,infantil ardil amoroso,romance daquele que volta-se para a solidão.
Junto a bandeira encastelada e pensamentos amargos um sacrário espaço de coração tombado para louvar Sonho que feito sangue corre, sorvido com êxtase macabro, Plano suicida que se desfaz com a mensagem de abraço
Mas todas estas dedicatórias e versos de outros,quanto egoísmo e estupidez a minha tão querida és e tal dádiva compartilho com amizade e alegria, Tênuemente distorcendo paixões de clausura e dúvida,receio de um abandono ultimato cortante, Extenuante contorcer de lacrimejante fracasso em fatal egoísmo confesso.
Quando limites de adoração percorrem terrenos de loucura plangente, Atro encanto abrigado no mais doce e puro sentimento evoca desespero em trantornos de recordações tristes e bizarro pesadelo
Ainda posso iluminar meu caminho cada vez que a contemplo E a brandura de meus ternos desejos retorna feito lucidez, Percebo que por pouco não a censuro desmotivadamente, Amo,de forma única e intensa,que apenas isto seja o guia onipresente e lisonjero, Honrado com atenção e afeto,ainda que vez ou outra relevantes complexos mostrem-se Para morrer então em meus cálidos anseios, Sucumbir diante de tudo que é mais importante.
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