
NATUREZA MORTA
Data 04/08/2008 11:40:42 | Tópico: Poemas
| Repousam rosas vermelhas colocadas na jarra sobre a mesa, misturam as sombras das paredes por fios de luz que reflectem das cortinas. O calor lá fora esquece o fresco interior e afasta o horizonte de silêncio. Brilham ainda vivas, é belo vê-las… Parecem encobrir a noite que vem com mistérios de perfumes querendo chamar por alguém: como pássaros que cruzam o interior daquela vida exposta ao encovo do mundo. Simples sentidos vividos neste dia gravados em sons de cores e harmonia que leva toda a essência da vida apenas num breve segundo. As rosas brilham sobre a mesa como se fossem letras para mim. - Amanhã é outro dia e o seu brilho já não é assim, tal como a tela da minha poesia.
OS MEUS POEMAS SÃO COMO AS MINHAS TELAS. TANTO ME EXALTO NAS MISTURA DAS CORES QUENTES E FRIAS COMO POR VEZES ME REFUGIO NO PRETO E NO BRANCO (OU MISTURO OS DOIS). TANTO EXPRESSO A REALIDADE COMO O ABSTRACTO E O SONHO; A PAIXÃO E AMOR, COMO A DOR E A REVOLTA…
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