
Sacerdotisa dos Dons
Data 09/03/2007 13:00:00 | Tópico: Poemas -> Sombrios
| A Catedral colossal com sinos, sibilinamente, amargurados Do meu sonho soergue-se às flores sorumbáticas e frias E ao fúnebre luar branco, os baços pensamentos prematurados. Desejo que em meu alvitre não tenhas cinzas, e sorrias. - Não vos permitais silenciar a leda vida à minha perdida Morta esperança em meu insano abandono à vida Que a deixo já com cinzas a cinzas a que me entedia, Ó Meu Mensageiro, Anjo da noite que em vão matéria
A flor busca o ermo caminho profilático ou sebento: O Sentimento agorafóbico como um sarcoma Truculento que me assola e permaneço em coma. Traga-me a Sacerdotisa da noite sedenta ao vento.
Dê-me o conhecimento dos Dons de Pandora Retire a máscara ufana e falaz de Plutão Leve-me, Ó Príncipe das potestades do ar, Mensageiro da luz aos sebes guardiões de Seth.
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