
SIMPLES APONTAMENTOS
Data 10/07/2008 16:08:00 | Tópico: Prosas Poéticas
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Falta tranquilidade às pessoas, para dizerem de si; sentindo-se incompreendidas, tornam-se intransigentes.
Bastaria baixar à humildade, e sem qualquer frenesim, contar o que as atormenta, assumindo acções diferentes.
Afinal não diferimos assim tanto, uns dos outros; não vale a pena o despropósito e a irracionalidade.
E duns aos outros, em permanência, estarmos sempre prontos, para escutarmos das gentes, a personalizada verdade.
Não há coisa mais linda, do que a grata diversidade: acolhermos, no mais alto de nós, o singelo nome, de cada um.
Mostremos então, que, em nós, reside a flexibilidade, que nos alimenta de compreensão, nossa e de mais nenhum.
Porque a cada qual, grau de intenção, razão e aprendizagem; isto não nos diz, que os outros não tenham a mesma devoção.
Sorrir é preciso; rir com vontade e singularidade; vasta coragem; está mais do que provado, que tal, faz bem ao coração.
Do que nos vale aqui andarmos na vida ensimesmados? feições cerradas, não são o comportamento mais adequado.
Aprendamos dos vizinhos, que estes sejam cumprimentados, num extenso bom-dia, frenético e acalorado.
Vem, meu amigo, que entrego-te meu ombro, para carpires tuas dores; e se acaso sorrires, partirei, de dever cumprido.
Mas não te esqueças, aos demais nunca mentires, só assim, meu amigo, meu filho, o Mundo te será devido.
Jorge Humberto 09/07/08
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