
AS DÚVIDAS DE NOSSO PLANETA
Data 03/07/2008 15:47:37 | Tópico: Poemas -> Religião
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Sendo agnóstico, não vou em aparências, pois tudo tem de ser bem claro e definido.
E acredito, até à medula, nas ciências, nelas está o Universo e o que nele está contido.
Claro que cada um (passando por cima das evidências), tem sua opinião, de como o Mundo é aqui devido.
Se preferem andar ao ritmo de influências, inconcebíveis e contra natura, assim seja, meu amigo.
Acredito mais, de Deus suas carências, por isso contra Ele, às vezes me empertigo.
Tudo está bem explicado, sem quaisquer reticências, de como o Universo nasceu: e não sou eu que o digo!
Mas bom, o que importa aqui são as decências, das crenças, afastando rivalidades e precedentes de perigo.
Como pode um Ser, sozinho e sem antecedências, criar um Mundo, tão perfeito e aparentemente garantido?
Isso é ir longe de mais, em algo cheio de contingências; mas como disse: a cada um cabe tomar seu partido.
O Universo nasceu de uma Boa Nova: onde as incongruências? o resto foi evolução, tão natural como este poema ser ou não lido.
Acabemos com as Histórias mal contadas e certas indecências, que fazem do Homem ignorante, de como foi nascido.
Até os Anciões, dos Livros Sagrados, perdem-se em prepotências, tentando, a seu tempo, explicar o Mundo, por Deus concebido.
O Universo ao Universo pertence, das Estrelas as fluorescências; evoluem os Planetas e as Estrelas, cada um no Cosmos bem cabido.
E, acaso, não gostem, destas minhas decorrências, sempre podem ripostar, que eu não fico mordido.
Jorge Humberto 02/07/08
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