
O GRANDE ERRO
Data 24/06/2008 15:34:25 | Tópico: Poemas -> Religião
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Confesso que às vezes me sinto eufórico com as pessoas, de seus gestos altruístas para com os demais.
É como se a natureza reconhecesse e cantasse loas, às gentes, às plantas e aos inúmeros animais.
Para logo depois um constrangimento atingir-me, com a mesquinhez e a falta de humildade do Homem.
Dente por dente, olho por olho… a quem devo fingir-me, se até os livros sagrados nos enganam e consomem.
Sagrado é o homem e a mulher e as bem ditas crianças, tudo o mais é propaganda escrita consoante o imaginário.
O que nós precisamos é de firmar fortes alianças, que – além de crenças fanáticas – não vêm com o sudário.
Três países reivindicam, em sua posse a lança sagrada, convenhamos que serve para entreter os turistas.
É como a arca sagrada, de há muito propagada, aqui e ali protegida dos Fariseus, sobrevivendo às conquistas.
Os manuscritos do mar morto, são um bom exemplo, de homens fiéis a Deus, preservando lúdica herança.
É como entrar num museu, que mais se parece com um templo, assim tu pagues para te comparares à semelhança.
Não querendo faltar ao respeito a ninguém, dizer que tudo isto é uma farsa, episódio irrisório.
Que as igrejas podres de ricas, sabem-no muito bem, por isso, desde já, dispenso padres, no meu velório.
E assim findo o meu texto literário, quem sabe controverso, mas de uma coisa estou bem ciente, apenas digo o que penso.
E no meu ideal, apogeu de meu dito verso, apenas os amigos de coração, pais e amada, não dispenso.
Jorge Humberto 23/06/08
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