
DIVAGO VII
Data 19/05/2008 16:10:53 | Tópico: Poemas
| Uma luz que se reflecte pela janela Atingindo os olhares curiosos, Queimando mentiras descomunais Como sendo mil pavios de uma vela Acesa pelos desejos ociosos De quem os sonhe, vivê-los… jamais.
A Lua amada como uma mulher Que se perde em suaves horizontes, Num infinito deserto de nada, De um sentimento falso que não se quer, Que passa fugidio pelas mentes. Histórias de uma vida privada.
Ideias primitivas Que puxam pela memória De quem nunca pensou, Como se fossem decisivas Para uma frustrante vitória De quem não voltou.
Sons que se cheiram, Que se sentem e nos consomem, Que trazem uma suspeita forte, Paixões que não se respeitam, Anátemas de um velho homem, De quem já não sabe a sua sorte.
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