Poetas se vão, sem pitadas de fleuma

Data 25/11/2024 21:42:54 | Tópico: Poemas

Oh, que pena!
Poetas se vão
No vagão do tempo
Ausentado de fleuma

Pra trás ficam lembranças
Pra lembrar
Dos seus efeitos de poetar,
Que nos ensina a amar

Olho…
Olho nos olhos dos que vieram atrás
Sem paz no querer
Que jaz no luso-poemas à todo orgulho…

A si poeta Zé,
Derramo minha fé
Pra que o mundo se encha do amém
Do benjamim, além a hora da verdade

Nos cemitérios da luz,
Falecidos poetas merecem o luzir da cruz
Que os conduz
À lareira da luz que luz... que luz pra sempre

Adelino Gomes-nhaca



Este texto vem de Luso-Poemas
https://www.luso-poemas.net

Pode visualizá-lo seguindo este link:
https://www.luso-poemas.net/modules/news/article.php?storyid=375622