Outrora percorri todos os caminhos Só para te beijar e ver Hoje corro todos os bares mesquinhos Só para te poder esquecer
Mesmo eu dizendo não Mesmo depois de me tratares mal Continuas a querer reatar a relação A que beneficie o teu ser central
A tua carícia foi desde mãe À de uma completa desconhecida Deixaste-me na escuridão do além Quando a mim já te tinhas prometida
E corrói-me dizer não aos teus lábios Face esculpida pelos artesãos do Olimpo Mas meus viveres o suficiente sábios Negam esta impulsão em corte limpo
Hoje corrói-me sequer pensar Que talvez nunca te volte a ver Claramente não se pode salvar Quem vive no passado e deitou tudo a perder
Dornelas, Mini-mesa António Botelho Publicado também em: https://www.wattpad.com/1486437670?utm ... sh&wp_uname=AntnioBotelho
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