
Solitário (soneto)
Data 26/08/2024 09:37:17 | Tópico: Poemas
| Quantas vezes, na solidão, asas da saudade Me ornaram. Me levaram para de ti perto Voaram como se fosse leve boa realidade E como tudo, num sonho, era tudo incerto
Só silêncio. A alma sussurra alacridade. O ar gorjeia e soluça. Sem ti, sou deserto: A emoção no beiral debruça. Ansiedade Tudo é triste e tudo fica tão descoberto
Há por tudo uma espera, quer verdade Cada estrela um cupido mira, decerto Na direção dum solitário e sua metade
Porém, na sina de ermitão sou alvo certo Em salmo o coro se levanta com vontade: O solitário da solidão nunca será liberto....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado Agosto de 2018 - cerrado goiano Olavobilaquiando
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