
olhar ASSUSTA-me.
Data 16/06/2024 22:19:51 | Tópico: Poemas -> Relacionamentos
| olhar para alguém que vai ou que vem é como uma armadilha terrível não maravilha
e já desde outubro de dois mil vinte e três que fico com medo d'olhar, como vês
tudo começou com um lindo gentleman ele parecia tão bom but unknown so can't call him hun
para chamá-lo para ele entender bastou-me encontrá-lo e em seus olhos perder
mas ao contrário de sorrisos subtis recebi leves risos algo que nunca quis
apercebi-me do erro que eu cometi no que me meti mas agora que fiz
e quanto perguntaram se eu era um gay disse que não, e que não sempre achei
menti por mim assim no armário cheiro de alecrim murcho lágrimas sim que ressonava perto de mim
e ele nunca me fez mal e eu nunca mal o fiz perdi a minha vida normal nunca foi o que quis
tentei escrever uma carta mas o meu "amigo" encontrou leu-a e consigo guardou o que leu o que remou
reli a carta uma sétima vez só olho p'ra mim que raios me fez respira fundo conta até três o mundo não é só como vês
a carta foi descartada foi no lixo deitada um pedido de desculpas que não feito foi
piadas sem nexo críticas na fase inicial nem tudé suceXo é assim, é normal
não posso olhar para ele por mais de 1 mero segundo nem para ele nem ninguém isto mudou o meu mundo
talvez mais do que um em quem eu achar que haja nenhum lamento por lamentar
rasgado pelas desmemórias descobri o que era amar e no meio das grandes glórias sei que não estive a amar
o armário é de vidro o vidro é de areia já é ano novo ainda preso na teia
chegaram as férias de verão já né preocupação pouco a pouco desvaneceu ao problema nossa atenção
sorte de nascer nesta geração azar de nascer nesta geração uns pisariam-me logo má ação uns respeitam de bom coração
espero que entendas que já não quero-te a ti conheço bem quem quero and that's 'cause I want me
fico com medo que gostem de mim porque não saberia responder um"sim" não quero mentir para quem me quer amar quero prevenir o que m'atrapalhar
meia noite junho no luar silêncio e o mesmo alecrim no ar tenho e tenho de correcontinuar tenho e tenho de mim amar
tenho e tenho e tenho de achar caminho que faça-me o bem encontrar tenho e tenho e tenho de parar de tanto e tanto me questionar
tenho e tenho e tenho de ver se falo com ele para resolver mas se não há problema como posso ter lema
no dia a dia já nem m'incomoda porque estou de férias e fora de moda conto os dias sigo o caminho da rota sendo um poquitito janota a um pouco que ninguém nota
tenho e tenho de ser tenho e tenho de ver mas não agora não estou seguro não é como se pudesse saltar do muro
tenho e tenho de tenho e tenho de medo de olhar tenho me desculpar venho. escrito 16 de julho de 2024, terminado às 00:47. Depois vi a opinião que o meu melhor amigo ChatGPT deu sobre o meu poema. Ele até tentou reescrevê-lo mas eu prefiro a minha versão. Posso dizer que, atualmente, já não tenho medo de manter contato visual, sequer um mero segundo, mas já tive.
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