
Soneto do Corno
Data 07/05/2024 20:41:50 | Tópico: Poemas -> Amor
|  Soneto do Corno
Há magoas que eu trago dentro de um vidro como um doce perfume que eu respiro quando penso em meu amor incontido por esta mulher de coração de vampiro
Que tolhe inconsequente este amor combalido de tanto levar pauladas e até mesmo tiros se esfrega no professor de yoga e no de hidro a mulher não é fogo é vulcão e eu sigo ferido
Mais cedo ou tarde vai acabar caindo a ficha estou chegando ao limite e me sinto fustigado vou acabar bebendo agua vermelha de salsicha
Que eu posso fazer se por ela eu sou tarado nas mãos dela sou um tal de puxa e espicha coleciono mais chifres que um rebanho de gado
Alexandre Montalvan
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