
Paineira (cerejeira do cerrado)
Data 29/04/2024 00:30:25 | Tópico: Sonetos
| A paineira da beira da estrada, florida Com flores incontidas, belas, rosadas Está mesma “barriguda”, desmedida “cerejeira do cerrado”, tão iluminadas
No poetar meu, de vós, inteira, é vida A poesia com suas rimas aveludadas Quem sabe até da sedução prometida Ao Outono, e na fascinação estacadas
Está, que me assombra e maravilha De pétalas rosas e miolo amarelado Bailando suave, e ao vento rosquilha
E tua pluma branca no fruto moldado Pelo ar, voa, entoa, e pelo chão trilha Em um espetáculo da poética ornado.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 28 abril, 2024, 20’22” – Araguari, MG
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