
A voz da solidção
Data 20/04/2024 17:30:18 | Tópico: Poemas
| No vão da noite sombria, deserta Tão silenciosa, envolta em arrelia O repouso torna a cena irrequieta Em um tenso sussurro de agonia
A enodoada alta noite terrificante Povoada de uma vontade, irradia Aperto, onde não há o que cante Nem o poema sem a melancolia
Na treva da escuridão a coruja pia Rompendo o vazio no tom dolente Tal um cântico de acerba sensação
O pensamento da gente silencia O coração arrepia tão vorazmente E, merencória fala a voz da solidão.
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado 20 abril, 2024, 13’58” – Araguari, MG
Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98) Se copiar citar a autoria – © Luciano Spagnol – poeta do cerrado
|
|