
Redizendo
Data 06/11/2023 00:03:57 | Tópico: Sonetos
| ... e na alma dum soneto tão descontente exausto e esfarrapado, o versar censura. Em uma caminhada suspirante e ardente que o destino do sentido, então, rotura...
E agora, cá, solitário, o coração cadente, que importa está poética que aventura? Pois, a solidão, golpeia o peito da gente, a paixão, banhada em lágrimas, tortura!
Assim, também, o amor, em um trajeto sinuoso. Sem brilho do se ter completo e ao som de árduos cânticos tristonhos...
ele dói, finca, traz tão duros embaraços sangrando a emoção, criando cansaços. O que um dia foi sensibilidade e sonhos.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado 05 novembro, 2023, 15’41” – Araguari, MG
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