
Pálida à luz da solidão sombria
Data 04/09/2023 09:26:37 | Tópico: Sonetos
| Pálida à luz da solidão sombria como a dor na alma dilacerada sobre o leito de ilusão reclinada a amargura e uma paixão fria
A satisfação que na perda, jazia e pela melancolia era embalada a ruína e alegria embalsamada no desprezo e, na beira dormia
Prantos, e as noites palpitando gosto amargo no peito abrindo os olhos esverdeados chorando
Não rias de mim, sentir infindo: por ti – o amor busquei amando por ti – na teimosia eu vou indo...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado Setembro, 2020 – Triângulo Mineiro Protegido por Lei de Direitos Autorais (9.610/98) Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol - poeta do cerrado
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