
o poema é a casa da mãe
Data 18/02/2022 13:52:42 | Tópico: Poemas
| abre-se o peito do momento
há fuga atrás de colo vê-se o lamento
o sorrir também escapa em busca do troféu-abraço
da porta escancarada aproveita-se e mostra a cara o amor também um pouco sorrateiro um pouco esfuziante florido ou cabisbaixo depende do que sente no instante
em sua grandeza rompe de dentro a natureza cheia de estampas não nega a beleza
para não ficar trancada também foge a libertinagem não se faz de rogada no puro instinto não quer perder a vez de mostrar a sedução, a luxúria, o tesão a vontade da carne sem timidez
de esguelha sai de mansinho o puritano, dos pés ao pescoço sério e portentoso pra não fugir insosso traz um vídeo a foto de flor dando dicas de amor
na umbreira daquele peito surge a sombra de alguma coisa ... quem vem lá? ahhh! a politica em seu terno preto de ideias, demagogias, críticas e utopias em defesa do animal da justiça e do social conservadora, religiosa, patriota sensacional... porém sem concretude, no entanto neste contexto de peito, não faz mal
e até a cara do mundo na reflexão do mistério do universo profundo intrigante na razão fantasioso e sobrenatural cheio de terra cheio de céu também do peito foge para morar no papel...
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