
Porque amanhã posso não estar
Data 01/06/2021 16:19:24 | Tópico: Poemas
| De escrever nada entendo, O que escrevo é pura alusão, Comecei a escrever quando olhei para ti,... e aqui estou eu sem saber a razão. O teu rosto É a minha criatividade, Nele vi as estrelas, E a lua a me beijar Vi nas ondas dos teus cabelos A maresia e o nadar. Nas tuas mãos descobri as sensações No teu corpo o meu despertar. Perdi-me em deslumbramentos Inventei tantos momentos Sem os conseguir desenhar.
Nos teus passos a leveza Que me deixou a chorar.
Não sei se escrevo a tristeza, A alegria, a fantasia ou o amar. Vá para norte Ou vá para sul Encontre eu O que encontrar Gosto de tudo o que é teu. Volto sempre (por te amar) A te sonhar.
Guarda em ti este poema Penses tu o que pensares, Sinto em mim o teu dilema Não te quero ver a chorar.
Sou a fuga do sistema Aquela que pouco sabe falar, Mas sei sentir o poema E a morte se a encontrar.
Se me odeias Tenho pena, Pois por mais que a raiva aqui me entre Nunca te vou conseguir Odiar,
És o verbo do poema Que nasceu para me inspirar.
Canto lírico do meu respirar
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