
De Segundos a Horas
Data 21/12/2020 19:05:19 | Tópico: Poemas -> Dedicatória
| Hortência, me perdoe pela ausência Confesso, de antemão, que estou alucinado Te amar tem sido uma viagem tão fantasiosa, Que direi a velha, inevitável amiga no fim da jornada, que adorei Talvez eu tenha sido alienado a não escrever Entenda, suas mãos sobre meu rosto me confortam tanto, Que, como uma criança serelepe, me divirto.
Princesa, escreverei amores em sequência Alegro, em pura reflexão, o quanto estou apaixonado Te beijar me induz a um estado fora de órbita Sei, acima de qualquer intriga ou mentira, que a ti me entreguei Às vezes desejo dedicar, mas, nunca quando estou com você Donzela, meu coração a ti pertence, e volta a bater sem precedentes, sem prantos O qual, antes me machucava, mas, agora só me convoca a prosear amor, Obrigado por isso.
Não escrevo mais no puro vício, assim como no passado Motivo? Não mais o necessito, possuo alívio vívido Criar mundos e contos românticos? Não é mais o que preciso Estar contigo, isso sim aprecio, previsto já em tantos, e tantos sonhos Agora apronto, de imediato, nosso cantinho, que tanto amo.
Você, Hortênsia em glória, Vitória, me apavora Como agora, me entristece por estar longe, como uma história saudosa Mas, que voltará e me deixará a sentir ternura, até que vá embora E retorne, para recomeçar toda essa nossa história, até que a viagem termine E você não mais tenha que ir, Como agora, te amo, como outrora, de segundos até as horas.
Amor, assim como um cãozinho que espera do lado de fora Estou aqui, neste temporal emocional Amor, não demora.
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