
Minha Aurora
Data 19/07/2020 20:37:06 | Tópico: Poemas -> Dedicatória
| Oi, pequena, sou eu, seu garoto bobo Por essas madrugadas que me abraçam, me sinto afoito Sinto saudade, do seu sorriso, dos nossos beijos, lindos como arco-íris Você me faz tão feliz, sempre fizera, com maestria Te amo, por todos os dias que passei sem ti e por todas as alegrias Por todas as noites dormidas ao seu lado, muito obrigado Você fora o início das minhas declarações, e para ti, sempre dedicarei.
Tenho tanto medo de me abandonar Seja por se cansar, ou por um motivo que não ouso pensar Minha vontade é te amar, escrever me parece insuficiente Queria tanto te proteger do mundo, lhe dar diamantes, colares, pingentes Queria tantas fantasias, mas, tenho medo do tempo acabar Tenho medo de não conseguir te abraçar ao nascer do sol Tanto medo de não te beijar ao entardecer, sobre os lençóis Nossa, todas as palavras fugiram de mim, só consigo soletrar como te amo Mesmo depois de mais de mil versos de amor, em poemas, Ainda permanece, intacto, seu nome, bem lá no topo Te fiz até mesmo serenatas, nunca ouvidas, pinturas nunca vistas, Tudo o que desejo agora é repousar sobre seu bojo, amor.
Possuo tantas referências para comparar meu amor Mas, sei que me chamaria de fofo se eu as dissesse Não me interesso tanto pelas religiões que nos cercam, mas Quero estar contigo, seja no céu estrelado, ou em salões de Valhala Só quero estar contigo, eu te amo tanto, que mais uma página não adiantaria Nossos corações foram simplesmente entregues, guarde o meu, tão inocente e puro Que prometo jamais machucar o teu, princesinha Linda, até quando abre seus olhos para um novo dia.
Queria tanto ter o dom das palavras Faria, em seu nome, tantas canções, regadas de desejos e sentimentos Sinto como se, de repente, tivesse alcançado as cores no céu, E atingido o paraíso, pois, quando estou contigo, é assim que me sinto.
Foram tantas as folhas que aguentaram minhas palavras Tantas palavras em paixão que, jogadas ao vento se tornaram nada Nadaram, sobre águas fantásticas, até chegarem aos seus ouvidos Quantas foram as vezes que a lua escutou meus uivos? Não sei te dizer, foram sonetos únicos.
Eu te amo, pequena, apesar das estradas esburacadas Queria estar contigo, para confortá-la Dizer que ficaremos bem, diante do mundo, de todos Mas, sou apenas um garoto, um menino bobo Bobo o bastante para cobiçá-la, raio de luz Tolo o suficiente para desejá-la em meus braços, a sós Eu só peço a Deus, seu bem-estar, sua felicidade, só.
Peço desculpas caso canse seus olhos Sabes que assim é melhor, pois minha letra, bom Minha letra é pequenina, ela tão pouco a cativa Linda, inútil me dedicar, por si só és uma poesia Queria, querida, ao menos esboçá-la, espalhar seu sorriso pelas ruas de pedras Sofrida minha vida sem tê-la em minha vista Mas, Deus nos reuniu, ou quem sabe o destino brincou novamente Mas, cá estamos, repito incessantemente que te amo Jamais se esqueça, mesmo que duvide ou pense que seja um engano Eu te amo.
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