
CENTELHA 185 - MORTE
Data 09/01/2020 11:20:55 | Tópico: Poemas
| CENTELHA 185 MORTE A morte só existe para quem nela acredita. Não é real. Tudo o que existe é transformação. Somos eternos, não como homens de ego Mas como seres de energia entre seres de energia. O ego - esse com nome e sobrenome - é a maior das criações humanas. A mentira que se transformou em realidade em um mundo ilusório e imperfeito. Mas o universo não é imperfeito. Tudo é perfeito como tem que ser. Analise o mal. De onde ele realmente vem? Sabemos a resposta. O mal vem do homem-ego. Esse ser limitado em anos inventados, que se quer deus em uma identidade de mentira. O mal é consequência da visão rasa desse ser que se perdeu em sua imaginação. Não, meu amigo, o mal não vem de uma entidade negativa criada para ser o contrário do ser do bem. Você inventou o demônio para justificar seus atos errôneos motivados pelo ego. Você também inventou o lado bom – Deus – a sua imagem e semelhança. Do tamanho absurdo do seu ego que nunca realmente foi alguma coisa. O bem e o mal são faces da mesma moeda imaginária criada pelo que pensa ser. A Divindade não se divide entre o bem e o mal. A Divindade é. Simplesmente é. Além destes conceitos inventados por você – pobre criatura de mentira. Se você aceitasse a sua verdadeira essência, nada do que inventou existiria nesse drama macabro que você denomina “seu mundo”. Céu e Inferno – esse conto que criou para contrabalançar tudo que fez de errado – são a doce mentira para justificar a morte e a sua tentativa de continuar além dela como um nome e uma identidade. Você é eterno. O seu verdadeiro Eu é eterno. Rasgue todas essas mentiras que criou para se sentir o poderoso João, Maria, Marcelo, Madalena. Apague a ideia de mal e bem. Céu e Inferno. Deus e Demônio. Acorde para se saber eterno em um mundo eternamente em transformação. (Irmão Paulo de Paz).
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