
SEM MENTES
Data 13/12/2017 05:23:58 | Tópico: Poemas
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Em que pese a dor e o amor Nas entrelinhas do viver Quisera ser o seu querer Brisa na proa do alto mar Nesse tormento navegar De ondas soltas e revoltas.
Na imprudência de dias soltos. Revoltos pássaros das águas Que circundam dias atuais. Onde o perder nada mais é Que o insano não pensar.
Eu penso o dia de um ontem Já passado a perder. Fruto das mãos de quem Da terra levantou o ninho. E que sozinho na aparência Disfarçada Rompe a dor lacrimejada De um peito forte sem norte.
Pobres afins de dias sem fim. Noites gritantes de espadas Cortantes. Mórbido medo. De um segredo revelado Lá nas terras de um passado. A onisciência de cabeças Mal pensadas, fez do atual O tempo apocalíptico. Tolas mentes enlevadas De certezas. Triste fim para o humano, A natureza revolta e solta Pelos confins de agora. Pobres animais que choram.
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