
Não quero ser a sombra do que eu era
Data 16/11/2017 23:57:08 | Tópico: Mensagens -> Desilusão
| Amor ferido Por favor olha para mim quando estou a falar contigo Se não olhares vou supor que me vês como um perigo É certo que fiquei com os nervos à flor da pele quando percebi que o teu ser estava desprotegido Julgo que foi o medo de te perder que me transformou num assassino Estou preparado para pagar com o castigo divino Faço tudo pelo teu sorriso Amanhã tudo será distinto daquilo que foi hoje Nessa vida não há nada mais que me enoje do que ser aquilo que não sou Para mim acabou Vou-te livrar de morte certa com um sério aviso
Isto de fazerem mal às pessoas que amo está a dar cabo de mim Eu estou aqui Deixem-na ir Prometo-vos que se o fizerem não será o vosso fim Ficamos assim Eu e o meu amor a comemorarmos o dia de são Valentim Vocês com todo meu pilim Num segundo eu posso cair Mas a seguir ter bases para subir
Tanto trabalho Para no fim sermos reconhecidos como a bela e a fera Não quero ser a sombra do que eu era Mas sim, o teu agasalho! Tanta mudança e eis o ganho A vizinhança vê-me como um estranho Não quero ser a sombra do que eu era Mas sim, o teu agasalho
Amor ferido por favor olhar para mim quando estou a falar contigo Se não olhares vou supor que me vês como um perigo É certo que fiquei com os nervos à flor da pele quando percebi que o teu ser estava desprotegido Julgo que foi o medo de te perder que me transformou num assassino Estou preparado para abraçar o meu destino Tanto trabalho Por causa de uns, todos pagam Não aceito ser colocado no mesmo saco Digo isto porque não me vejo envolvido em esquemas de furtos e roubos Mas se calhar até sou parecido com o Robin dos bosques Roubo, mas é para tirar dos ricos e dar aos pobres O que me estão a fazer é um exagero Já referi mil e uma vezes que o fiz por desespero Nem por sombras quero ser a sombra do que eu era Eu e o meu amor ficamos a comemorar o dia de são Valentim Vocês ficam com todo meu pilim Num segundo eu posso cair mas a seguir ter bases para subir
Tanto trabalho Para no fim sermos reconhecidos como a bela e a fera Não quero ser a sombra do que eu era Mas sim, o teu agasalho! Tanta mudança e eis o ganho A vizinhança vê-me como um estranho Não quero ser a sombra do que eu era Mas sim, o teu agasalho
Quando se fala de família, amigos e colegas Eu não lhes posso dar negas Quando o passado chama É preciso coragem para o enfrentar Quando se fala de família, amigos e colegas Eu não lhes posso dar negas Quando o passado chama É preciso coragem para o enfrentar
Tanto trabalho Para no fim sermos reconhecidos como a bela e a fera Não quero ser a sombra do que eu era Mas sim, o teu agasalho! Tanta mudança e eis o ganho A vizinhança vê-me como um estranho Não quero ser a sombra do que eu era Mas sim, o teu agasalho
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