
As minhas obras
Data 15/09/2017 19:20:18 | Tópico: Mensagens -> Desabafo
| As minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes, as minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes As minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes, as minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes As minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras
Dou o litro de Janeiro a Janeiro Sempre com o pensamento no dinheiro Porque infelizmente ele não cai do ar Então para o ganhar eu ponho-me a rimar Mas não julguem que o consigo numa semana São precisos meses e anos para viver um amor e uma cabana Já para não falar que tenho de aturar meus colegas de trabalho Se querem que vos diga, não valem um caralho Ainda assim estou disposto a tudo para ter um futuro brilhante Nem que para isso tenha de vestir a pele de errante Para quem tinha dúvidas é isso mesmo que eu faço Entreter os demais fazendo-me de palhaço Quando na verdade de comediante não tenho nada Em contrapartida, a vida virada do avesso Nem com gesso ela se torna desenvolvida É preciso tomar medidas drásticas O que não passa por artes plásticas Sei, estão aí a chegar umas quantas revelações bombásticas
Eu até podia fazer um desenho Acontece que para isso é preciso vocação Coisa que eu em ponto algum tenho Do fundo do coração que a poesia é meu único ganha-pão
Eu até podia fazer um desenho Acontece que para isso é preciso vocação Coisa que eu em ponto algum tenho Do fundo do coração que a poesia é meu único ganha-pão
As minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes, as minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes As minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes, as minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes As minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras
Comigo não há tempo em descanso Para ser mal aproveitado como por exemplo afogar o ganso Esqueçam, não vou voltar atrás com a minha palavra Eu, meus amigos, não sou da ronha mas sim da lavra Senão não estava aqui neste preciso momento Estava antes a pedir um aumento Aceito o que tenham para me oferecer de bom grado A prova disso é que na hora de me despedir dou sempre um obrigado Eu melhor que ninguém sei o que isso custa pois sou um empregado Tinha razões mais que suficientes para estar revoltado Acontece que cuspir no prato que nos deu de comer não leva a lado nenhum Somente a dias e dias de jejum
Eu até podia fazer um desenho Acontece que para isso é preciso vocação Coisa que eu em ponto algum tenho Do fundo do coração que a poesia é meu único ganha-pão
Eu até podia fazer um desenho Acontece que para isso é preciso vocação Coisa que eu em ponto algum tenho Do fundo do coração que a poesia é meu único ganha-pão
Para chegar ao pódio Vou mostrar que sou o sujeito do negócio Nem por sombras, mostrar que preciso de um sócio Pois no fim ele é que ficaria com os louros, isso é mais do que óbvio Tenho cabeça tronco e membros O quanto basta para deixar o tumulo do inferno em escombros Se a missão era sair do mesmo com vida então já podem difundir aos 4 ventos Que além de me encontrar vivo trouxe comigo os quatrocentos
Eu até podia fazer um desenho Acontece que para isso é preciso vocação Coisa que eu em ponto algum tenho Do fundo do coração que a poesia é meu único ganha-pão
Eu até podia fazer um desenho Acontece que para isso é preciso vocação Coisa que eu em ponto algum tenho Do fundo do coração que a poesia é meu único ganha-pão
As minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes, as minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes As minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes, as minhas obras são sublimes, por favor não as subestimes As minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras, as minhas obras
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