
BUSCO O FÔLEGO
Data 02/09/2017 13:46:23 | Tópico: Sonetos
| Numa escada em que os degraus são infinitos, Busco o fôlego pra galgar o quanto eu possa, Não é um fato em que eu queira fazer bonito, Esta consciência é que traça as minhas rotas.
Não me cabe ser um análogo do que é abstrato, Na intuição busco todos meus bons princípios, E tantas aflições deliberadas na minha estrada, Tem como função a redução dos meus conflitos.
Nada é presunçoso quando há uma fé infinda, Se tudo é possível nos dizeres duma santidade, Dá-me Deus o brio que faltou ha humanidade.
Volto a terra devolvendo-lhe o viço abundante, Muitos germes alimentando-se do meu cadáver, Meu espírito ganhará luz que varre o horizonte.
Enviado por Miguel Jacó em 01/09/2017 Código do texto: T6101180 Classificação de conteúdo: seguro
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
|
|