
Íris
Data 14/06/2017 15:07:54 | Tópico: Poemas
| Íris
Janela de luz, Beleza incandescente. Ambíguas emoções Provoca à (minha) mente.
Pupíla da ternura Linhas de orvalhos Doce e natural Menina dos (meus) olhos.
Sentido indispensável É o da visão, Não pudesse eu olhar-te, Quebrar-me-ía o coração.
Olhos d'outro, Por ele já tomados Lentamente se me esvazia Alma pobre e abandonada, Ficasse-me eu pl'anatomia. Este poema retrata uma paixão que o sujeito poético criou por uma rapariga chamada Íris. Em todo o poema este faz um paralelismo entre o nome da rapariga e a parte do olho com o mesmo nome, bem como o sentido da visão em geral. Termina por se aperceber que este amor não correspondido apenas o fará sofrer, e deseja ter apenas conhecido a "íris anatómica"
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