
As mil cores de amor
Data 27/11/2016 11:08:43 | Tópico: Contos
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O ar é enalado com mais frequencia. Conjunto de sutiã e cueca no tom de carmesim e preto. Como resistir? O amor é complexo e tem medo de se apaixonar. Mas confia nela e quando a vê no seu quarto toda a dúvida se vai. Ele dá um passo em frente e parece que tudo sem ela não tinha cor. Então ela entende a obsorção de todos os fracassos e com o dedo esticado pálido e com as unhas pintadas de vermelho chama-o, encolhe e estica o dedo. Mas fica imobilizado ela trazanda a sensualidade. Não pode deixar escapar, já a fez suspirar uma vez, apesar de também já ter falhado. Um passo mais á frente e todo o seu sangue ferve... Não pode ter medo o resto da vida.. O tempo todo tem que acreditar que tudo funcionará bem. Neles tudo continuava igual, não há razões para não acontecer. Um passo mais perto e ela mostra o umbigo da barriga dela de boneca ao deitar-se. Um passo mais perto e ela já toca com as pontas dos dedos dos pés nas pernas do mesmo. Ela transforma-o em submisso sempre que o quer encontrar ele está sem atrasos para a servir. O calor perto dela é intenso e insuportável. O aroma das velas aromáticas acordam-no e beija os pés dela revestidos apenas por umas meias de rede. É díficil dizer não. Até chega a sonhar com toda a tonalidade do corpo feminino. Engraçado, nada muda nesta cama a mão dela aperta firme os cabelos da cabeça do rapaz para o dirigir. Longe do romance mas perto da satisfação. Quer lhe dar tudo o que não conseguiu na última vez. Eleva o rosto dele e olha-o nos olhos. Os olhos marrom estão incendiádos. - Vamos para o parque de diversões. - Sorri. Esfrega os lábios por de baixo de um tecido fino quase transparente no rosto dele. Sente a textura das meias aos quadrados. É óbvio que o desejo é mútuo. Se alguém estivesse a ver também quereria participar. A única verdade é que o ímen os aproxima a cada momento. Também entendeu que o conjunto é novo espera ser o primeiro a cheira-lo. Tão díficil recolher as mãos e não lhe tocar. Sofrer em desejo e não satisfaze-lo logo. Ela eleva de novo o rosto dele e mostra - lhe um chicote novo. O cheiro do couro indicava-o. Sempre o aceitou porque sabia que nunca o magoaria. - Roupa fora. - Os lábios encarnados movem-se e logo ele obedece. Mais um passo próximo e é beijado nos joelhos com subidas. O que o inquietava eram as fivelas do chicote balançando sobre a pele dele. Provocadora ela coloca 4 dos 5 dedos dele na boca. Envolve-os com a língua áspera e úmida. Suga-os em seguida e sem forma de se controlar o seu corpo torna-se trémulo. Mesmo a conhecer os desejos dela, ainda fica nervoso. Entra em estado de brasa ao sentir a boca dela nos seus dedos. O momento soft e doce torna-se em chamas quando ela agarra na mola e a aperta. Ele trinca o lábio inferior e fecha os olhos. Talvez seja errado talvez as regras dela não permitem mas ele desejava que lhe tocasse. E se as pessoas vissem também queriam sentir a firmeza desta mão feminina. A outra mão agarra a pele sensível escondida. Ambas puxam no pra baixo enquanto os dedos dele ainda são sugados. Mas deixa-o imóvel com os dedos cheios de salíva e larga o pénis e os testículos com firmeza. Eleva uma perna para ele segurar e despe a meia, eleva a outra e despe. - Comtinua a segura-la. Consegue avistar os atos da mulher, com um dedo passear em si e quando se sente úmida e com o sangue a ferver cria uma melodia. O homem começa a beijar o pé dela de novo para não se concentrar no atrevimento dela mas era impossível. A cada momento crescia. Conforme subia a beijar a perna a tesão existente russava na outra perna. E assim que chega á cintura lambuza as virilhas enquanto o cheiro do prazer dela o inundava. Já quase sem forças e trémula puxa-o para si e ele lambe todo o seu prazer propositando mais. - Enche-me com força. De joelhos ele debruça-se sobre o corpo feminino e completa o seu ser. Retira as restantes forças e no fim beija o úmbigo e sobe mas ela para-o. Tem mais idéias para ele. Sabe o quanto se esforçou e dá valor ao seu desempenho. Quando o folêgo é recompensado ela manda o homem deitar-se. Passa as fivelas de couro no corpo dele. Mãos para cima e não as pode mexer, pés presos na cama e os olhos vendados. Champagne gelado cai sobre o tronco dele e em seguida pressiona a pele dele com os lábios causando fricção. E termina por massagea-lo e suga-lo até não haver mais o que chupar.
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