
Crime com amor
Data 26/11/2016 12:06:21 | Tópico: Contos
|
- Estou é da polícia? - Sim. Em que posso ser útil? - Quero denunciar um homicidio que houve no meu prédio. - A voz que fala do outro lado do telefone é suave e calma, sensual e quente. - Tem a certeza que a vítima já está morta? - Prédio girasol na rua flores quarto esquerdo. - A chamada é desligada e o inspetor fica confuso com a denuncia misteriosa. - Duarte algum caso novo? - A chefe questiona assim que chega á esquadra. - Atendi uma chamada mesmo agora que denunciava um homicidio mas foi muito misteriosa. - Vou ver a brigada que está disponível e vamos ao local. Duarte é um inspetor exemplar, nunca colocou o seu trabalho em risto e muito menos fez a fusão de pessoal com profissional. Apesar de haver colegas que apressiam imenso os olhos castanhos esverdeados e alguns musculos definidos pelas 3 vezes que aparece no ginásio por semana. Já todos estavam nos carros brancos e faixas verdes com luzes carmesim e azuis. Por vezes piscam outras ouve-se a busina. As nuvens resolvem chorar e a chuva inicia mais uma vez. Os parabrisas mexem de um lado para o outro e as estradas é de complicado acesso. A música ecoava nos carros e havia risos de conversas aleatórias. Assim que chegam á rua tudo está calmo demais para um homicidio. A equipa abandona os carros e correm para o prédio. Com a farda um pouco molhada os militares sobem as escadas com cautela, deixam os degraus todos manchados de pegadas. A porta do apartamento quarto esquerdo estava aberta. Não há sinais de arrombamento assim que entram no hall sentem um aroma estranho um cheiro metálico. Um dos inspetores apróxima-se do corredor que dá contato para o w.c e mais dois quartos. O inspetor Duarte segue o parceiro e ambos encontram o quarto do possível casal. As paredes revestidas em tons de branco e pérula estão manchadas de sangue ainda fresco. O aroma metálico é afinal ao sangue da vítima. O parceiro de Duarte vai o mais rápido que pode informar a chefe de quartel. Enquanto isso Duarte caminha com cuidado sobre o quarto. - Houve muita luta neste quarto. - Duarte conversa consigo mesmo. As pernas então um pouco flexionadas e um pé á frente do outro ele caminha pelo chão do qual encontra o cadáver feminino em más condições. - Duarte o que tens? - A chefe questiona quando vê a expressão de nojo no rosto dele. - A vítima... Está aqui... - Faz pausa entre as palavras. - Deixa-me ver... - Não. Eu não aconselhava. - A voz dele treme. - Que se passa Du... - É interrompida por ele. - Quem a matou abriu-lhe o ventre. Ele fecha os olhos com repugnancia e um barulho fraco é ouvido dentro do armário. Ninguém mais falou, mexeu-se ou até mesmo respirou. A chefe avançou para o armário e com muito cuidado e devagar abre as duas portas e dá de caras com uma jovem entre os 18 e os 25 anos de cabelos compridos castanhos claros. Ela mordia o lábio inferior e apertar as pernas contra o peito com as mãos. - Quem és tu? - A chefe pergunta. Mas a jovem continua sem articular nenhuma palavra. - Eu sou a chefe da brigada. Podes confiar em mim. - E ajuda a rapariga a sair do armário e mostra a identificação. Duarte sugere que fossem todos para a sala. Em seguida os médicos forense foram ao quarto apontar e reconstruir o homicidio enquanto a chefe tenta interrogar a jovem que nada fala. -Duarte acompanha a menina ao médico e quando ela tiver alta trás-a para o quartel. Duarte ainda está em choque com o que presentiou. Já no carro ele tenta ganhar a confiança dela. - Eu Chamo-me Duarte. - E sorri para ela. Mas a jovem nada pronunciou. No hospital apenas disseram que ela estava em choque. E com um relatório médico Duarte volta para o posto quando a jovem finalmente fala: - Chamo-me Daniela. - A voz dela era suave como a mulher da chamada telefónica. - Assistis-te ao que se passou naquele quarto? - Duarte pergunta encomodado. - Sim. - Entre soluços responde e fica em silêncio de novo. Já no posto com a farda completamente úmida. - Chefe aqui está o relatório hospitalar e já sei que ela assistiu ao crime e que o seu nome é Daniela. -Como sabes? -Ela falou na viagem. Mas foram as únicas palavras que disse. - Já sei o que vamos fazer com a miúda até este crime ficar resolvido. Todos ficam atentos á espera das ordens dela. - Vai ficar em casa do duarte. E vais uns dias em casa com ela. Quem quer que seja este psicópata deve saber que ela viu o crime. Precisa de proteção. Nem oportunidade de negar teve apenas pegou nos seus pertences na jovem e seguiram para a casa dele. - Para tua proteção vais ficar uns dias em minha casa. Vais ter um quarto só para ti e o resto que é necessário. - Obrigada. Desvia o olhar para botas pretas que tem calçadas. Quando chegam a casa dele ela vê um homem na porta dele com uma estrutura muito parecida com a do pai e encolhe-se no banco do carro. - Calma, é só um entregador de pizzas. Pedi para o nosso jantar. Suspira de alívio e sai do carro. Após isto Duarte mostra-lhe a sua casa. Os dias foram passando e foi conseguindo a confiança dela, mas já tinha passado uma semana e nenhuma pista havia. Ela é a única saída mas estava fechada. Duarte já se sentia incomodado com a situação, o jeito fechado e doce tornava-se complexo na mente dele. Certo dia numa das sobremesas de chocolate que Duarte tenta concretizar Daniela fica com o rosto cheio de chocolate. Entre sorrisos ele limpa com o dedo grosso esse mesmo chocolate e os olhares cruzam-se de forma intensa. Havia algo nela que ele não entendia. Daniela cansou-se de ser a miúda perdida e coitada que todos tinham de proteger e cravou os lábios rosados nos dele. As mãos de Duarte percorrem as costas dela como um menino corre pela areia. Duarte por momentos fica com os olhos abertos e quando começa a sentir o gosto da língua dela fecha os mesmos. As cabeças inclinadas, as línguas fundem-se ao longo dos segundos . A saliva é trocada e a mão da Daniela passa pelo rosto dele e pega-lhe pela anca e coloca-a na mesa da cozinha. Ele afasta os cabelos para trás do ombro e e volta a retribuir o beijo. - Vamos para o teu quarto é mais confortável. Sem conseguir pensar sem conseguir parar ele carrega-a no colo até ao quarto roubando-lhe uns beijos curtos. O impulso do momento faz com que Duarte retire a camisola da jovem depois de a colocar na sua cama. Retira a camisola e observa a beleza dela. Daniela puxa-o para a cama como um anzol atrai o peixe e enrolados nos lençóis começa por desapertar o sutiã da mesma.
Sente a pele dela quando Daniela fala: - Eu gostava muito de experimentar uma coisa. - Claro mas antes recebe uma algo meu. - O que? - Deita-te. Assim o fez e Duarte sente o sabor da pele dela, beijando-a e retirando o resto do vestuário dela.
Mima as coxas dela com dedicação e aperta com os dedos firmes a carne fraca que possui. Como negar uma formosura destas?
Ele abre as portas e foca-se no creme do bolo. Saboreou bastante até causar suspiros, e quando chega o climax lambe o creme até ao fim com satisfação com a Daniela descontrolada de prazer. Suada e com as pernas a tremer ela tenta recompor-se. - O que queres tu experimentar? Espera que ele se deite e por fim calvaga na sua cintura como se a estrada nunca terminasse. Fecha os olhosce sente toda a senssação. Podia definir a velocidade, profundidade e quando terminava. Sente o corpo mais trémulo e mais suado, o coração acelerado. Até ao fim do ato.
No dia seguinte Daniela tinha desaparecido, Duarte corre para o posto onde descobre que ela foi levada para a proteção ás testemunhas.
|
|