
O rapaz do Mc Donald
Data 15/11/2016 21:42:01 | Tópico: Contos
| Aqueles olhos azuis que a encaram todas as vezes que ela entra no MC Donald. A voz suave que a cumprimenta a cada jantar. Não é das melhores profissois mas aquele brilho no olhar profundo intimida-a. Depois de um dia de estágio o que lhe apetece sempre no caminho para casa é um hamburguer bem quentinho. Certa noite ele termina o turno mais cedo e esbarra contra ela, sem jeito pede desculpa e paga-lhe o tal hamburguer. Via-se que apesar de não ter mais que 25 anos era um homem carinhoso e carismático. Não entendia bem mas estava de certa forma hipnotizada mas ele não balançou nenhum relógio nem falou palavras mágicas... - Que vais fazer a seguir? - O rapaz pergunta curioso. - Nada de importante. Vou para casa. - Responde vidrada no rapaz. - Tenho uma sugestão melhor. - O sorriso dele era notável e ela espera que continue. -Vamos para a minha casa. -Para a tua casa? -Sim. - Bebias uma bebida vias um filme... - Sempre com aquele sorriso desafiador. Assentiu e quando terminou de comer subiu na mota preta e infiltrou-se na brisa da noite agarrada ao tronco do rapaz. O apartamento situa-se numa zona calma do qual os automóveis passavam com pouca frequencia. Ela desce da mota receosa se seria a atitude correta mas o que podia perder? Sobe para o último andar e dá por si em um apartamento com pouca iluminação, com ambientadores com cheiro a frutos vermelhos e a decoração em tons pastel. Em pé encostada a uma parede da cozinha ela permanecia envergonhada. - Descontrai. - Ele leva o cabelo comprido e cedoso para o lado com a ponta dos dedos e sorri novamente dando lhe um copo alto de champagne. Ela aceita e dá um gole no mesmo passando a língua pelos lábios. Era o alibi que faltava para ele, para que podesse agarrar bem naquele corpo bem estruturado e encosta-lo ao dele e provar o beijo com sabor a champagne. No fim do beijo que a deixa sem folego ele volta a colocar o copo no balcão e volta-se para ela. Pega-a no colo e trinca o lábio inferior sem magoar. Que podia ela fazer se rendida já ela estava. Retirou-lhe a sweetshirt com o logotipo do MC Donald e atira para um canto da sala em seguida ele pousa o rabo na beira da mesa e abre lhe o fecho do casaco branco e retira-o, depois retira-lhe também a camisola que ela tem vestido e deita-a no mesmo. A ponta dos dedos passeiam sobre a pele quente e delineiam o tecido do sutiã. Começa com beijos e lambidelas, ferradelas e apertões... A barriga subia e descia com suspiros de satisfação. O botão dos jeans já não estava mais ligado e os lábios acariciavam o tecido suave. A tentação era óbvia e as calças iam descendo sobre as pernas de porcelana. As mãos suadas agarram as coxas de boneca e são afastadas deliberadamente. E a língua úmida úmedece o pano que cobre a joia mais preciosa, mais valiosa. O rubi assim que afastado de uma outra parte recebe entre si um tecido molhado. O dedo irriquieto que nada tinha para se entreter puxou mais o tecido para o interior. Mais que a própria língua conseguia. Com os olhos fechados recebe da outra mão do rapaz dois dedos para sugar. Envolvidos com a saliva, envolvidos pelo desejo são trincados fortemente. O descontrolo era tanto que o rubi foi despido e por sua vez polido ficando ainda mais brilhante. O lunrificante desta mulher deixava-o radiante, era sinal que havia feito um bom trabalho. - Por favor! Ela sussurrante entre a melodia de sua voz e de seus suspiros. Quando os olhos azuis que tanto a seduziram admiraram o rubi brilhante totalmente afastado de cada face, libertou a chave do cofre para o guardar. Coloca-a de forma intensa sem parar um minuto. Assim que toda está no interior pronta para rodar, é assim feito o ato para abrir o cofre. A rapariga prazerosa demonstrava o seu agradecimento com o controce de seu corpo. De punho fechado com o climax ali... Ela abre mais o cofre pra que seja possível abri lo mais e mais. Até que ambos decidem estar pronto a guardar o rubi... Será que existe mais energia para uma segunda ronda? Ou simplesmente ela veste-se e vai-se embora?
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