
Santas descabidas
Data 21/02/2016 19:28:10 | Tópico: Poemas -> Surrealistas
| Santas descabidas
Desconheço o mesmo fim para sua prenda assina o sujeito, caminha mesmo a ermo, saiu no cassino. As moças riem embebedadas bonitas de cintura fina algumas santas descabidas torturam os sem tino.
Escurece, vem um cansaço do escuro negro e duro é assombroso os dedos com gigantismo apontando pros penhascos severos que se vê atrás do escuro. Conhece pela circunferência da cabeça balançando.
Homem atrevido de pancadas férreas e porfiadas. Bate no peito o aperto forte e a alarmante dor a noite enquanto seu corpo tortura-se a agulhadas e os neurônios colidem feito os lambões do amor.
Reservado as apontas nativas de feridas com zikas. Uma deixa de periferias grandes e purulentas. Ponho em qualquer lugar da cabeça a parte rica do sujeito indigente de antigas batalhas sangrentas.
O NOVO POETA. (W.Marques). O NOVO POETA. (W.Marques).
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