
Pelos requintes do tempo
Data 20/02/2016 12:54:02 | Tópico: Prosas Poéticas
| Apurei os ouvidos escutando tantos forjados cânticos de amor e esperança correndo para ti ébrio de vida latindo em tuas cascatas feitas vestes no teu ser que desnudo silenciosamente revigorando a leda noite que fecundo deliciosamente – Restam curtas memórias nestes meus versos expurgando toda liberdade refém e minuciosamente escrita ao ritmo da nossa suprema cumplicidade – Tristonho morre o dia onde o sol extinguindo-se constrói seu poente no catre deste oceano em silêncios e nós lá pernoitaremos congratulados pelas novas emoções que descalçamos ali juntinho às requintadas margens do nosso mar tão belo e vasto em alvoroço que no teu rasto todo em ti felizmente em vagas eu me destroço FC
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