
A senha para o Paraiso é a Morte gloriosa
Data 29/10/2015 16:12:59 | Tópico: Sonetos
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A senha para o Paraíso é a Morte gloriosa, lídima em prol d’um Ideal pouco subsumido; àquele que morreu pela Pátria, tecida glosa, num Panteão jazerá, jamais será preterido.
Tabernáculo fincado onde florescem lilases renitente vizindário de Primaveras eternas. Ocluso ele por sebes de Valores sem aliases, inestimáveis, exigidos de todos c’o luzernas
C’a satisfação do dever cumprido - Relicário; jamais experimentará a sombra da estultice, nem da vicinalidade da Morte, se na velhice.
Então, pelejam as lidas, confessando Fadário, não genefluxam banais amolecido pelos Vício: sabem que haver’a Eternidade após o Exício.
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