
Pálido o luzir privado na falta de anélito
Data 17/09/2015 08:33:43 | Tópico: Poemas
| “ Então o assombro um tanto se aquieta, Que do peito no lago perdurava, Naquela noite atribulada, inquieta. E como quem o anélito esgotava Sobre as ondas, já salvo, inda medroso Olha o mar perigoso em que lutava,”
A Divina Comédia – Inferno – canto I
Luz!!!!! Pálido luciluzir privado, impar como na falta de anélito; díspar n’ alheio breu ardejada, assacada na espalda do pária.
Em meio às 'speridades das torres, relevantes panteões só no escuro, sob um arco ingente das pilastras acerbidade tanta já deparada.
Luz!!! Na falda escassa esplendeu tão-só, penumbrando rostos e imagens, apartando das turbas os dorsos. Porém, vazia é das ledices; profundamente ora definha, depois que torpe se acorcovou.
Permaneceu hora após outra, vigiando silêncios calcados, calando remoto eco-retumbante, fazendo medrar sentir hiante enrijecendo corações.
Luz, esmaecida mal-ofuscante, de pensamentos errantes, vagantes no céu de nuvens, pálio claro como primavera.
Fica frio coração à alegria qual por momentos refrangiu. Hoje, atua fraca, esmaecida, voou para longe, esparsa, rápida, imediata, se afastando. E se foi........
[ ... mas . . . . . . . . . . . he! he! . . . . . . . . . . . ..
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. voltará quiça alhures causando tremendo desgosto de frígido vates encarquilhados...... . . . . . . .
arrepiando cabelos das testas enrugadas.
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Ora pois ]
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