
VILANIAS E PRISÕES
Data 21/08/2015 12:53:30 | Tópico: Sonetos
| Ouço o cavalgar macio das luzes confusas vindo do infinito escuro, horrendo, funesto. Aprecio o gole amargo do som amoral, desonesto; oriundo das psiques, das mentes más, difusas.
Vejo imagens desbotadas de corpos numa eclusa gigante, separados do todo, do resto, comendo gemidos da alma, bebendo o arresto da súplica derradeira, pedindo escusa.
Presencio disputas gratuitas, bem desleais, onde os troféus erguidos são frágeis, esguios, macabros, fruto ácido do desamor, de vil ideais.
Testemunho um cotidiano sem provisões animadoras, esperançosas, sobram desvios de conduta e apologias às vilanias e prisões. UM SONETO SIMBOLISTA ONDE ABORDO AS DISPUTAS PROTAGONIZADAS POR NOSSA MENTE.
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