
Serenidades
Data 29/07/2015 13:50:03 | Tópico: Poemas
| Livrai-me, Minerva, dos falsos sábios que incensam os pseudos modernismos, mas nada entendem das obscuridades do sentir.
Livrai-me, deusa, pois eis que só quero o Sol de amanhã e um perene canteiro de avencas. Deixe-me fartar da paixão sem temor e do incenso que há nos lábios da Musa.
Que haja, deusa, apenas o rumor dos risos e a cumplicidade dos silêncios. Apenas esse céu de inverno, por onde vagam insones as estrelas e as saudades.
E depois, Mulher, que só exista o teu corpo em minhas mãos. E em tua pele a certeza de uma nova história.
Produção e divulgação de Vera Lucia M.T. Terragosa. Lettre la Art et la Culture Enviado por Lettre la Art et la Culture em 28/07/2015
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