
DEUS: ESPÍRITO INFINITO DE LUZ
Data 10/07/2015 23:11:27 | Tópico: Poemas -> Esperança
| I O gigantismo do universo pulsa forte nos corações esplendidos, enternecidos, chorosos, vividos. A admiração pelo colosso causa arrepios, calafrios, vida; expulsa todo sentimento vil, vícios meus, negativos, transformados, apogeus de assombros, de êxtase, de desejo. Na simplicidade das coisas vejo o esplendor da vida, enxergo Deus.
II
O ser humano, míope, se reclusa no casulo da arrogância, ungido no óleo da cegueira, vive perdido, digladiado dentro da grande eclusa. Ingrato na essência, rude, recusa o reconhecimento, elege seus egos, seus entendimentos ateus como marca, como luta, pelejo. Na simplicidade das coisas vejo o esplendor da vida, enxergo Deus.
III
O sono inocente, o belo da musa, o murmúrio do córrego rápido na direção do infinito, comprido e astuto, a sofreguidão confusa da psique, a hediondez da medusa, o antigo galante dos europeus, a harmonia dos malabares, Pigmeus Gigantes, a leveza do velejo. Na simplicidade das coisas vejo o esplendor da vida, enxergo Deus. O poema na realidade trata-se de um Martelo Agalopado.
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