
CIÊNCIA
Data 22/05/2015 01:37:10 | Tópico: Poemas
|  Provocantes adagas sensoriais singrando como ondas, retalham o sentido do infinito pela metade e ficamos vulneráveis ao alcance dos olhares, do tato, do paladar. Falávamos ainda desmedidamente sobre o surgimento das constelações, maresias no morno fim de tarde, orbitávamos como átomos nervosos formulando ligações que talvez nunca saibamos explicar - química pura no fundo de uma simples xícara café! Tudo que é sagrado não pode ser explicado pela ciência e o imenso rasgo que nos uniu confirma a despedida, persistindo com um desejo não saciado. De que planeta viemos e se chegaremos além do fundo do mar? Muitas respostas não querem ser reveladas há tanto a declarar, Que nem ouso reformular! escrito em 16.05.2014
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